Débora Branquinho, de 34 anos, é casada e tem um filho de 6 anos. Ainda em 2015, a família se deparou com duas das situações mais corriqueiras para quem deixa (perde) os planos de saúde: primeiro, o cenário de instabilidade econômica no Brasil que fez a família repensar as finanças e logo em seguida se viu em uma situação de desemprego em dose dupla, quando ela e o marido perderam os postos de trabalho.

A consequência foi a inevitável inadimplência e o posterior cancelamento do plano de saúde em nome da criança no final daquele ano e desde então são demanda do Sistema Único de Saúde (SUS). As principais especialidades médicas utilizadas eram alergista e pediatria.

“Fiquei desesperada quando o Plano de Saúde do meu filho foi cancelado. Chorei muito e tive até depressão, muito preocupada em saber o como depender do governo”.

O relato de Débora não é um caso isolado. Pelos dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), quase 1,7 milhão de pessoas deixaram de ser beneficiárias de planos de saúde privados entre julho de 2015 e julho de 2016. E esse número tende a crescer.

O Plano de Saúde era essencial para não apenas consultas médicas, mas exames complementares e checkups. “Meu filho sofria muito com crises alérgicas, precisou realizar diversos exames”, pontuou Débora.

E agora?

Situações como a enfrentada pela família de Débora acabam gerando uma demanda cada vez maior para o já saturado SUS.

Para isso há startups que buscam solucionar esse desafio. É o caso da Salus, que na região de Bauru, interior paulista, oferece meios de se consultar em 20 especialidades, realizar exames diversos e check-ups a preços populares e ainda de colaborar com a organização humanitária Médicos Sem Fronteiras, bastando apenas alguns cliques em um aplicativo gratuito, sem mensalidade ou taxas de uso.

O plano para os próximos meses e anos é expandir a oferta de serviços e a responsabilidade social para outras localidades espalhadas por todos o Brasil, de forma ordenada.

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